16 anos de traduções e revisões

Há 16 anos, quando a Letrário abriu portas, a imprensa veio saudar-nos, fotografar-nos, entrevistar-nos. Propúnhamos ao mercado serviços que não eram então prestados no mercado português e, por isso, fomos aclamados como empreendedores e, sobretudo, capazes de um verbo atualmente muito acarinhado: inovar.

A Letrário nasceu assim, sob a estrela da inovação e da ousadia, reconhecida por órgãos de comunicação social tão importantes como o Expresso, que nos dedicou a sua página sobre empreendedores, a Exame e vários outros jornais e revistas, mais ou menos especializados no mundo corporativo.

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Passados 16 anos, muito mudou no mercado que a Letrário abriu, mas a Letrário continua comprometida com a missão de encontrar sempre os caminhos mais eficazes para uma prestação de serviços linguísticos de que os nossos clientes se orgulhem, e que valorizem. Mesmos que sejam caminhos nunca antes trilhados. Gestão de projeto exemplar, atenção ao cliente, conhecimento e flexibilidade são valores que, passados 16 anos, continuamos a cultivar.

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E a flexibilidade é muito importante, porque do ponto de vista linguístico, o mundo mudou muito nos últimos 16 anos. Se por um lado, a tolerância à falha ortográfica (e não só ortográfica) nas publicações em língua portuguesa aumentou; por outro lado, a variedade de línguas para que hoje se traduz é incomparavelmente maior.

Há 16 anos, traduzia-se de e para inglês, principalmente, e em segundo plano, para espanhol, francês e alemão. E durante muitos anos foi assim. A diversificação começou pelas línguas de leste. Em 2012, para não recuar mais, a Letrário já traduziu para russo, ucraniano e polaco. Mas não ficaríamos pelas línguas de leste. Em 2014, na Letrário traduziu-se regularmente também de e para dinamarquês, norueguês, sueco, neerlandês, finlandês, turco, estónio, letão, lituano, romeno, árabe e, claro, chinês.  Em 2015, o grego e o flamengo juntaram-se à lista.

Outra mudança a que rapidamente nos habituámos foi o crescimento das necessidades de tradução entre pares de línguas que não incluem o português: de inglês para todas as línguas e vice-versa, mas também de francês para sueco e outros pares exóticos, como… de português europeu para português do Brasil.

Para darmos conta de tanta diversidade, na Letrário, reforçámos o cuidado na gestão de projetos, prevendo todas as possibilidades de cada passo e estabelecendo procedimentos, dentro de um sistema aqui criado e portanto único, que os nossos clientes já muitas vezes aplaudiram. E, dentro do sistema, acabámos por desenvolver uma “nova língua” com que nos entendemos mais eficientemente. Saberá alguém que nunca tenha mergulhado no caldo inovador da Letrário o que é o TeC? Ou o DPO, que é completamente diferente do DOp? E saberá alguém o que são as TB? Segredos bem guardados…

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Ângela Santos